Criada pelo Decreto nº 68.886, de 6 de julho de 1971. As instruções para a sua concessão foram aprovadas pela Portaria nº 1999/SCGC, de 27 de novembro de 2014.
São premiados com a "Medalha Bartolomeu de Gusmão" os militares e civis do Comando da Aeronáutica que tenham prestado relevantes serviços à Força Aérea Brasileira.
A condecoração é concedida, preferencialmente, aos Suboficiais, Sargentos, Cabos e Taifeiros da ativa e funcionários civis da Aeronáutica até o nível correspondente a Suboficial, em atividade. Ela é destinada, prioritariamente, a quem ainda não possui a medalha "Mérito Santos-Dumont", mas os militares devem ter a "Medalha Militar", e os funcionários da Aeronáutica, mais de dez anos de serviço.
A entrega das medalhas será sempre no dia 25 de março de cada ano, quando se comemora o "Dia do Especialista de Aeronáutica".
A medalha leva o nome do Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724), nascido em Santos-SP, porque foi um dos precursores da aviação, por seus trabalhos e realizações no campo da aerostação. Ele foi pioneiro na utilização do ar quente como elemento capaz de fazer ascender um corpo no espaço: em 1709, no centro de Lisboa, em Portugal, o primeiro balão livre levantou vôo na história. Era o "Passarola", engenho do "Padre Voador".
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